Três âncoras para uma nova etapa acadêmica, científica e territorial da Faculdade Doctum de Caratinga: a experiência do estudante, a produção de conhecimento e a capacidade de inovação organizadas em um mesmo sistema.
Formação e experiência estudantil. Que experiências podem tornar a trajetória universitária mais rica e autoral?
Pesquisa, inovação e desenvolvimento territorial. Como transformar conhecimento em soluções para problemas reais?
Integração da saúde, formação, tecnologia e serviços em uma plataforma regional de conhecimento.
O projeto Doctum Conexões parte de uma ideia simples: a instituição amplia seu papel regional quando transforma a experiência do estudante, a produção de conhecimento e a capacidade de inovação em um mesmo sistema.
A unidade de Caratinga possui trajetória histórica na cidade, presença em diferentes áreas de formação e experiências já consolidadas de extensão e integração entre ensino, pesquisa e comunidade. O projeto pretende dar unidade, escala e visibilidade a essas capacidades, criando novas experiências para os estudantes e novas conexões com empresas, poder público, serviços de saúde, organizações sociais e ecossistemas de ciência, tecnologia e inovação.
A proposta dialoga com a orientação institucional da Doctum para a integração entre ensino, pesquisa e extensão e com a vocação declarada de contribuir para o desenvolvimento local e regional.
Conexões expressa o princípio organizador do projeto: conectar pessoas, talentos, cursos, conhecimento, tecnologia, empresas, serviços públicos e comunidade.
Um único termo capaz de representar, ao mesmo tempo, a experiência do estudante, a pesquisa, a inovação, a saúde e a relação da Doctum com o território.
Formação e experiência estudantil, uma trilha permanente de experiências acadêmicas, culturais, esportivas e comunitárias.
Pesquisa aplicada, inovação e desenvolvimento territorial, com capacidade de captação e articulação com o ecossistema de CT&I.
Integração entre formação, pesquisa, tecnologia e serviços de saúde, organizada como plataforma regional.
O estudante pode entrar pela sala de aula, por um festival, por um projeto de extensão, por um laboratório, por uma pesquisa ou por uma iniciativa do Hub de Saúde. Em diferentes momentos, poderá migrar entre formação, extensão, pesquisa, inovação e produção cultural.
Ingressa pela sala de aula, por um festival, por um projeto de extensão ou por um laboratório.
Constrói trajetória a partir de seu perfil, interesses e vínculos territoriais.
Forma equipes em torno de desafios acadêmicos, culturais ou comunitários.
Produz conhecimento aplicado a partir dos projetos em curso.
Testa soluções e desenvolve tecnologia a partir da pesquisa.
Entrega valor concreto a empresas, serviços públicos e comunidade.
Recebe o resultado do trabalho institucional, com impacto mensurável.
O contato com o território revela novos problemas a resolver.
Os novos desafios alimentam a trilha de experiências do estudante seguinte.
Uma trilha permanente de experiências acadêmicas, culturais, esportivas, tecnológicas e comunitárias, que reconhece o estudante como pessoa portadora de uma história, de vínculos territoriais, habilidades, interesses e projetos de vida.
No ingresso, cada estudante preenche um instrumento institucional de perfil e trajetória, sem funcionar como teste vocacional determinista. Seu objetivo é ampliar oportunidades de participação.
O tratamento dessas informações observa a legislação de proteção de dados, com finalidade, acesso e guarda definidos institucionalmente, sem qualquer uso discriminatório.
A instituição passa a perguntar não apenas quais disciplinas o estudante cursará, mas quais experiências ele poderá viver durante sua formação.
Metodologias ativas, projetos integradores, oficinas e monitoria
Iniciação científica, grupos de pesquisa e observatórios
Teatro, música, poesia, fotografia e audiovisual
Campeonatos internos, circuitos e desafios coletivos
IA, programação, prototipagem e produção audiovisual
Extensão, ações territoriais e educação cidadã
Visitas técnicas, desafios empresariais e mentorias
A TV Doctum pode ser reposicionada como plataforma narrativa da comunidade acadêmica, com linguagem centrada em pessoas, projetos, descobertas e trajetórias, em vez de conteúdos generalistas.
Torna-se, assim, instrumento de formação, comunicação institucional, documentação da memória acadêmica e aproximação com a comunidade.
A Vivência Doctum incorpora metodologias que fazem o estudante produzir, resolver, testar, apresentar e refletir. A inteligência artificial entra como competência transversal, com ênfase em uso crítico, verificação, autoria, ética e proteção de dados. O objetivo não é apenas ensinar ferramentas, mas desenvolver uma cultura de uso racional da IA nos estudos, na pesquisa e na resolução de problemas.
A plataforma institucional de pesquisa aplicada, inovação, desenvolvimento tecnológico e articulação com o ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação, estruturada a partir de uma ICT vinculada ao ecossistema Doctum.
A forma jurídica e o modelo de governança da ICT serão definidos em estudo jurídico e institucional específico. O Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação prevê mecanismos para ambientes promotores de inovação, incluindo parques, polos tecnológicos e incubadoras.
Conectadas às prioridades atuais da política industrial brasileira, entre elas saúde, transformação digital, bioeconomia e sustentabilidade.
Dispositivos, saúde digital, gestão, dados, tecnologias assistivas, processos e equipamentos.
IA, software, dados, automação, govtech, edtech e transformação digital.
Recursos biológicos, cadeias produtivas, agricultura, alimentos e biomateriais.
Energia, água, resíduos, eficiência, adaptação climática e soluções ambientais.
A ICT mantém uma carteira de projetos e uma unidade de inteligência de fomento para acompanhar editais, chamadas públicas, instrumentos de crédito e oportunidades nacionais e estaduais.
Reunindo laboratórios, empresas residentes, startups, projetos de pesquisa, programas de aceleração e serviços de inovação.
A ICT pode funcionar como entidade guarda-chuva operacional das duas frentes, desde que os respectivos modelos jurídicos, competências e governança sejam formalmente definidos.
Produz inteligência territorial, estudos, indicadores, avaliações de políticas públicas e projetos de desenvolvimento.
Concentra a agenda de formação, serviços, pesquisa e inovação em saúde da rede.
Uma plataforma interdisciplinar, e não apenas um centro de cursos, que aproxima formação, pesquisa, extensão, serviços, tecnologia, gestão e as necessidades concretas do sistema de saúde. A experiência iniciada da formação médica em Teófilo Otoni cria possibilidades de articulação regional a serem avaliadas institucionalmente.
Cursos livres, pós-graduação, treinamento e educação permanente
Estudos clínicos, epidemiológicos, de gestão e avaliação de serviços
Desenvolvimento e validação de dispositivos, softwares e processos
Ações comunitárias, educação em saúde e apoio técnico territorial
Hospitais, municípios, SUS, empresas, conselhos e órgãos de fomento
Exemplos: redução de desperdícios, manutenção de equipamentos, gestão de filas, monitoramento remoto, segurança do paciente e tecnologias assistivas.
Cursos de curta duração e programas mais longos, orientados por necessidades identificadas no território.
A residência médica pode integrar a estratégia do Hub, mas depende das exigências da Comissão Nacional de Residência Médica e dos requisitos aplicáveis às instituições e aos cenários de prática, conforme o Decreto nº 11.999 de 2024. O conceito do Hub também contempla residências multiprofissionais quando houver base institucional e regulatória.
A arquitetura recomendada é pequena no centro e ampla na rede: uma coordenação estratégica enxuta, apoiada por direções especializadas em cada âncora.
Um painel de acompanhamento que conecta a experiência estudantil aos resultados de pesquisa, inovação e desenvolvimento territorial.
Participação estudantil, experiências realizadas, projetos interdisciplinares, satisfação e permanência
Eventos, participantes, produções, séries produzidas e circulação pública
Modalidades, equipes, participantes e eventos realizados
Projetos, bolsistas, publicações, grupos e parcerias ativas
Protótipos, registros, projetos financiados, startups e contratos
Cursos, profissionais capacitados, projetos, serviços parceiros e pesquisas
Municípios envolvidos, problemas atendidos, parcerias e resultados
Recursos não reembolsáveis, contratos, convênios e investimentos mobilizados
Fluxo de estudantes e projetos entre as três âncoras do sistema
A implantação começa por projetos concretos, de rápida visibilidade e baixo custo relativo, enquanto as estruturas jurídicas, regulatórias e financeiras de maior complexidade são estudadas.
Mapa Doctum: perfil e trajetória dos estudantes
Festival Doctum de Cultura
Circuito Esportivo Doctum
TV Doctum: histórias que formam
Desafio Doctum de IA
Mostra Doctum de Ciência e Tecnologia
Observatório de Desenvolvimento Territorial, integrado ao NIPP
Programa Doctum de Inovação em Saúde
Laboratório de Tecnologia Médico Hospitalar
Escola Doctum de Formação em Saúde
Desafios tecnológicos para municípios e serviços de saúde
Edital interno Doctum de Pesquisa Aplicada
A Doctum disporá de uma experiência estudantil mais rica e identificável, de um sistema organizado de pesquisa e extensão, de capacidade crescente de captação de recursos, de uma plataforma de inovação conectada ao território e de um Hub de Saúde capaz de articular formação, pesquisa, serviços e tecnologia.
No horizonte mais amplo, o projeto pode posicionar a Doctum como uma instituição que não apenas oferece formação superior, mas organiza pessoas, conhecimento e infraestrutura para produzir experiências, ciência, inovação e desenvolvimento regional.
O diferencial da proposta está menos na criação de novas estruturas isoladas e mais na criação de um sistema que faça as estruturas existentes conversarem. A Vivência Doctum produz participação e pertencimento. O Doctum Inova transforma problemas e conhecimento em projetos de pesquisa e inovação. O Hub Doctum de Saúde concentra uma agenda estratégica de formação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
A implantação deve começar por projetos concretos, de rápida visibilidade e baixo custo relativo, enquanto as estruturas jurídicas, regulatórias e financeiras de maior complexidade são estudadas. Assim, o projeto pode gerar resultados desde o primeiro ciclo, sem antecipar decisões institucionais que dependam de análises jurídicas, regulatórias, financeiras ou acadêmicas específicas.